"Quando sua determinação muda, tudo o mais começa a se mover

em direção ao seu desejo".

4 de jan de 2009

Como o Budismo vê a doença ?

A doença - Homossexualismo - Sexo e AIDS - O Amor

Primeiro, o Budismo vê a doença como algo inerente à vida e por esta razão, inevitável. Sendo esta parte do ciclo da vida que consiste em nascimento, velhice, doença e morte. O Budismo nos faz despertar que a doença não é algo permanente na vida – pois é um fenômeno temporário – e que este pode ser um evento significativo em nossa vida eterna.
Quando ficamos doentes, temos a tendência de ver a doença como a única coisa que nos interessa, assim, nos tornamos escravos da situação, sentindo que uma barreira imóvel nos separa da felicidade. Algumas pessoas que apresentam alguma doença, podem até mesmo perder o desejo de viver a sua própria existência de modo positivo.
Entretanto, quando compreendemos que estar doente é somente mais uma fase natural de nossas vidas – e que poderá ser uma oportunidade única de construir uma base mais sólida para a nossa própria felicidade – então, poderemos evidenciar o corajoso espírito para desafiar a doença e combatê-la, como Nitiren Daishonin declarou: "Da doença, surge a mente que busca o caminho"(MWND Vol.5 p.280).
Além disso, é fundamental ter uma forte convicção de triunfar sobre a ‘maldade da doença’. Esta é a fé na qual podemos dizer para si mesmos: "Eu irei derrotar esta doença ! Eu irei transformar o veneno em remédio !"
Em outras palavras, geralmente, a doença não é o problema real. Se nosso estado de vida se sente derrotado por causa da doença, é o problema.
O presidente da SGI, Daisaku Ikeda, diz: "Na vida, você pode, por direito, ficar doente de tempos em tempos. Entretanto, devido a sua prática ao Gohonzon, irá compreender que estar doente agora é a coisa mais natural na sua vida neste momento. Em outras palavras, irá considerar a sua doença como a hon’nu (doença natural de acordo com o ritmo da Lei). Colocando de outra forma, se sua condição de vida permanece saudável através da prática da fé, nunca irá ser tragado pela doença. Nunca irá cair em dolorosa agonia devido a doença. Ao invés disto, através deste mal, irá encontrar seu verdadeiro eu e a sua felicidade absoluta se solidificará".
No capítulo "O Rei Médico", do Sutra de Lótus, há uma frase que diz: "Este sutra pode salvar todos os seres humanos…Pode fazer com que todos os seres vivos se desprendam de toda a doença, sofrimento e dor. Pode livrar todos do ciclo de nascimento e morte".
Explanando sobre esta passagem, Nitiren Daishonin declara, "Baseado na visão iluminada dos ensinos essenciais do capítulo ‘A vida se expande’, ‘desprender de toda a doença e dor ‘ significa ter uma clara percepção que todos os nossos males, dores e sofrimentos são uma parte natural de nossas vidas e que irão ocorrer como de acordo como deveriam". (Gosho Zenshu, pg.773)
Finalmente, o presidente Toda incentivou da seguinte forma uma pessoa que sofria de uma séria doença: "Um ser humano tem o corpo com o potencial de desenvolver todos os tipos de doença, incluindo câncer estomacal e tuberculose. Da mesma forma, nós possuímos de modo inato a habilidade de curar a doença corporal. Curar a própria doença é como um pessoa que escala um morro e com certeza irá descê-lo. Eu posso afirmar isto com a convicção baseado na filosofia do Budismo".
Ele acrescentou: "Fé não é algo que praticamos por mera formalidade. Recitar o Nam-myoho-rengue-kyo ao Gohonzon com todo o seu coração – com um desejo ardente no seu coração que sobrepujar este mal. Nenhuma doença permanecerá incurável se recitar com a determinação de oferecer a própria vida a partir desta data ao Gohonzon, ou seja, pelo Kossen-rufu, pela paz e felicidade de toda a humanidade.

Preciosa Colaboração deCharles Tetsuo Chigusa chigusacharles@hotmail.com Tóquio - Japão


Budismo e Homossexualidade


No Budismo de Nitiren Daishonin não há julgamentos sobre a sexualidade ser boa ou má – somente ela existe, nem imposições para que seus praticantes manifestem um comportamento sexual em particular, deixando a decisão para o próprio indivíduo. Em uma de suas viagens para a Europa, o presidente Ikeda proferiu uma orientação sobre o tema, em Paris: "O Budismo não considera a homossexualidade nem como um mal, nem como um bem. Como todos os senhores sabem, o Budismo é a filosofia da vida e, mais precisamente, a filosofia da vida humana. Quanto à homossexualidade, esta é uma questão que deve ser colocada em outra categoria. Conseqüentemente, o budismo não considera como um distúrbio ou vício. Como todos os seres humanos são considerados iguais, qualquer que seja a sua condição de vida, todos apresentam a natureza do Buda e podem evidenciá-la através da recitação do Nam-myoho-rengue-kyo. Por isso, é de suprema importância tomar cuidado para não considerar a homossexualidade como um desequilíbrio e absolutamente não pensar que seja um sinal de uma prática incorreta ou fraca".
Como afirma o presidente Ikeda, o budismo de Nitiren Daishonin não proclama um comportamento moralista, mas como uma filosofia de defende o respeito máximo pela vida, é importante que nos comportemos de modo digno para consigo e aos que estão ao nosso redor. Outro ponto a ser destacado é quando a própria homossexualidade é vista como um sofrimento. Neste caso, o budismo ensina a luta pra ultrapassar esta manifestação cármica, como qualquer outro desafio a ser enfrentado. Caso o indivíduo se sinta satisfeito com a sua opção sexual, não existe motivos para que modifique o seu comportamento.
Finalizando, ele cita: "O Budismo concentra-se na iluminação para a vida universal e no auto-aperfeiçoamento de acordo com tal iluminação. A conduta ética e moral naturalmente evolui como conseqüência do auto-aperfeiçoamento, mas não é a preocupação principal. Mas, isto não quer dizer que o budismo defenda a licenciosidade sexual. Moralidade é coisa relativa, que varia de uma cultura para outra. A tentativa de qualquer religião de impor a outra cultura, padrões morais estranhos só pode estimular a rejeição da mesma e a negação do seu poder em praticar o bem. Por essa razão, ensinar a verdade básica, universal e dar apenas ênfase secundária a questões de códigos de ética – como o budismo geralmente procedeu – parece prometer maiores vantagens a todos os interessados, do que dar excessivo destaque a pontos de moralidade que, na melhor das hipóteses, são apenas relativos".
Relatos de Experiência: Daniel Hall, Pol Bloc e James Lecesne
Mensagens do Presidente da SGI - Sr. Daisaku Ikeda para as Conferências para Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transsexuais realizadas nos Estados Unidos.

Preciosa Colaboração deCharles Tetsuo Chigusa chigusacharles@hotmail.com Tóquio - Japão
Lista de Budistas GLTBhttp://br.groups.yahoo.com/group/SGI-GLBT_Portugues



A busca do prazer e a AIDS


Neste texto, gostaríamos de abordar dois pontos: a busca da sexualidade como forma de prazer e a importância do equilíbrio emocional e da convicção pessoal para o combate das enfermidades.
O sexo é uma força dominante na vida humana – além do que, é a direção que assegura a sobrevivência das espécies. Assim, muitas das sociedades declaram que a procriação é a única função da sexualidade e proclamam um rígido código moral no que se refere ao sexo. Se a procriação é a única função do sexo, então parece haver um grave defeito nos seres humanos. Nós temos inúmeras zonas erógenas, diferente de muitos animais, que apresentam um período de cio para se acasalarem. Além disso, somos capazes de ser sexualmente ativos por toda a existência, como por exemplo, após a menopausa feminina.
Assim, podemos fazer uma analogia em nossa relação com os alimentos, cujo papel em nossas vidas foi aprimorado de um simples combustível para manter nosso corpo, num ato de devoção, na qual o ato de cozinhar para alguém expressa o nosso amor. Assim, através da sexualidade, nós somos capazes de manifestar todo o nosso carinho e amor que sentimos por alguém.
No diálogo com o sociólogo Brian Wilson, o presidente Ikeda manifestou que "dada a natureza do ser humano e da sociedade em grande parte do mundo moderno, é provavelmente inevitável a ênfase nos aspectos agradáveis do sexo. A questão importante consiste em não suprimir os desejos humanos naturais, mas na conscientização de certa ética que os impeçam de gerar tragédias". Por exemplo, se sentirmos atraídos por alguém que não nos inspira o mínimo de respeito, a relação sexual será regida pelo estado de animalidade, na qual busca a mera satisfação do instinto individual e momentâneo. Deste modo, este ato poderá gerar consequências desagradavéis para ambas as partes.
Semelhantemente, o historiador Arnold Toynbee declarou: "O desejo não pode ser extinguido, nem suprimido da consciência para o nível subconsciente da psique…de outro modo, ele pode ser deliberadamente orientado para objetivos que são positivos para o indivíduo, para os seres humanos ao seu redor e para o universo como um todo. Deste modo, é importante que nos tornemos capazes de desfrutar a sexualidade de modo a trazer prazer e valor para si e aqueles que estão ao nosso redor".
Com o surgimento da AIDS, houve um grande processo de conscientização social no que se refere ao ‘sexo seguro’, ou seja, onde não há o contato de fluídos (tais como esperma e sangue) com áreas de fácil absorção do organismo (como mucosas ou feridas). No que se refere ao intercurso sexual, a técnica mais divulgada é a utilização da camisinha, que apesar de não apresentar 100% de segurança, é uma das formas mais eficazes para combater a ascendente disseminação do vírus HIV.
Embora a AIDS seja considerada uma doença incurável, o grau de sobrevida é elevado. Muitas pessoas são soropositivas há mais de uma década e apresentam mínimas variações imunológicas. Por ser uma doença que envolve dois tabus da sociedade moderna: a morte e o sexo, muitos enfermos são estigmatizados pela sociedade e pelos próprios familiares. Deste modo, o indivíduo, já debilitado fisicamente e não encontrando nenhuma forma de apoio emocional interior ou por aqueles que o cercam, vai perdendo a capacidade de reação perante as infecções, o que ocasiona a inevitável morte.
Há diversos casos de praticantes do budismo que são portadores do vírus da AIDS e estão mantendo uma atitude positiva dentro de suas existências, o que lhes proporciona uma vida muito mais significativa. Stephen Runk, membro da SGI-USA, descreve em seu relato de experiência. "Sim, eu tenho AIDS, mas eu também tenho minha vida e meus sonhos. Assim, minha vida tem se modificado de muitas maneiras. Por que, eu sou capaz de oarar diante do Gohonzon e praticar entre os membros desta organização, eu tenho sido capaz de desenvolver uma visão de vida que me permite viver com este vírus. Por eu ser capaz de criar benefícios evidentes no meu dia-a-dia através desta prática, a qualidade da minha vida continua me dando todo o apoio e eu sou capaz de enfrentar cada novo desafio com um senso de apreciação.
Amigos geralmente me perguntam como eu conduzo de forma fácil e positiva toda esta situação. A resposta que lhe dou é que através desta prática, eu aprendi a não temer a minha própria mortalidade e de expressar o melhor em minha vida".
Outro membro, Row Lawson, de Los Angeles, manifestou: "Eu tenho lutado, usando o Gohonzon como centro. Tomando ações, orando, incentivando os membros, isto é o que faço como luta. Eu não quero que esta doença me controle. Eu não posso deixar que ela tenha um poder sobre mim. Assim, eu continuo lutando contra esta maldade que existe dentro de mim".
A morte, como um aspecto inevitável de nossas existências, sempre foi cercada pelo medo o desconhecido e inesperado. A AIDS que debilita o físico gradativamente e de modo imperdoável, faz emergir em nossos corações os nossos mais profundos medos: o sofrimento, a dor e o desconhecido pós-via. Stewart Anderson, membro da SGI-UK, falecido em 1987, após praticar o budismo por sete anos, expressou as seguintes palavras, um pouco antes de morrer:
"Você vê pessoas sofrendo sem precisar. Sofrer não é a questão real. As pessoas esquecem que nós temos esta chance, que a vida está realmente em nossas mãos. Quando você luta, é importante lembrar que você escolheu seu carma, que você o criou. Desafiando a AIDS, eu fui capaz de tomar responsabilidades por minha vida. Quando eu morrer, esta será a celebração de como a minha vida foi preciosa".
A experiência de Anderson é um exemplo do princípio conhecido como "transformar o veneno em remédio". Em outras palavras, assumir como sua responsabilidade as mais terríveis situações e utilizando-as para progredir muito além do ponto de partida. Deste modo, poderemos desfrutar um sentimento de realização muito maior e coroarmos nossas existências com vitórias. Estas palavras podem ser exemplificadas pelo significado da palavra crise em chinês: a oportunidade existe mesmo em meio do perigo.
O presidente Ikeda, no livro "Desvendando os Mistérios da Vida e da Morte",afirma: "Se nós conseguirmos perceber o nascimento e a morte como aspectos intrínsecos da vida eterna, nós caminharemos da ilusão para o despertar. Então, não iremos temer os sofrimentos do nascimento e morte, e poderemos acumular tesouros de incalculável valor dentro de nossas vidas, baseados no nosso eterno e indestrutível estado de Buda, desfrutando eternamente o ciclo de nascimento e morte.
Quando nós observamos a natureza, a sociedade e nossas questões diárias, nós poderemos identificar que todas estas áreas estão em um constante fluxo, nunca permanecendo no mesmo estado e constantemente repetindo o ciclo de nascimento e morte. Assim podemos perceber que a vida coexiste com o universo e que o nascimento e morte são aspectos alternados da vida que é eterna. No ato de descobrir o nosso imutável eu – o eu que não se afeta pelas mudanças da vida e sociedade humana – nós seremos capazes de sobrepujar nosso medo em relação a morte. É minha convicção que não há nada mais esplêndido para o ser humano do que alcançar este estado de vida".
Neste sentido, no ato de suplantarmos os nossos próprios limites até a hora de nossa morte, reside a comprovação de uma existência coroada de vitórias.

Preciosa Colaboração deCharles Tetsuo Chigusa chigusacharles@hotmail.com Tóquio - Japão


Como o Budismo vê o Amor

De repente, a paixão. Uma emoção avassaladora que encobre o nosso raciocínio e nos faz perder o rumo de nossas metas, somente pela vontade de estar com a pessoa durante as 24 horas do dia, desfrutando do seu prazer e da sua companhia. Logo, surgem planos para o futuro: de viver juntos, casar. Em suma, formar uma nova família e ser "felizes para sempre". Mas, será esta a realidade que encontramos em nosso dia-a-dia ?
Quantas vezes presenciamos um casamento que se transforma em divórcio após algum tempo, ou brigas fúteis que fazem o amor desaparecer com a mesma rapidez com que surgiu ?
Monica Roberts, membro da SGI-Itália, relata que iniciou sua prática budista aos 20 anos e que devido ao seu comportamento impulsivo, decidiu morar com um namorado, após tê-lo conhecido por somente um mês, no ano de 1992. Algumas semanas depois, a relação se deteriorou e ela foi abandonada por ele. Assim, ela decidiu partir para Londres, onde conheceu um outro rapaz, Paul, por quem se apaixonou. Mas, eis, que ela descobriu estar grávida do ex-namorado.
Sentindo-se desprotegida, ela não sabia se iria ter o filho ou não. Logo, um veterano na prática lhe incentivou da seguinte maneira: "A decisão de abortar ou não, está em suas mãos. O budismo ensina o respeito pela vida e a sua opção deve ser baseada na sabedoria provinda do estado de Buda, não na emoção do momento".
Desta forma, Monica compreendeu que ela era livre para escolher, mas que esta deveria ter uma razão concreta. Percebeu que como budista, ela não poderia se comportar de forma irresponsável e superficial, ou basear suas decisões devido ao medo interior ou devido a opinião alheia.
Após diversas horas de daimoku, ela compreendeu que as únicas razões para abortar seriam de: estar com Paul, estar livre para viajar e desfrutar a vida sem este "problema". Assim, ela decidiu ter o bebê.
Apesar disto, ela reiterou em suas palavras que esta foi uma decisão pessoal, e talvez esta não seja a melhor escolha para uma outra pessoa que se encontre na mesma situação.
Após decidir ter o bebê, ela começou a sentir fortes contrações e foi aconselhada pelo médico a permanecer em repouso absoluto, caso contrário, irei perder o feto. Neste momento, sua mente inundou-se de dúvidas, pois ela acreditava que devido a sua forte decisão e sincera prática, ela teria como garantia, somente maravilhosos benefícios e proteção. O princípio de que um praticante enfrentaria diversas dificuldades, doenças ou calamidades para que empreendesse um esforço maior visando transformar o seu próprio carma, era algo que nunca havia compreendido.
Com o incentivo de diversos companheiros, ela decidiu mudar o seu carma e iniciou a prática do daimoku por horas à fio. Aos poucos, ela foi adquirindo um sentimento de segurança e confiança, permeada com a esperança em prol do futuro.
Paralelamente, Paul, de Londres, começou a ligar e escrever para ela. Há algum tempo atrás, Monica não permitiria que ele a visse numa situação tão vulnerável. Mas, agora, ela estava livre deste sentimento de insegurança e competitividade. Este novo comportamento teve um impacto maior sobre Paul, que ficou impressionado com a sua determinação e independência, declarando assim, seu profundo amor por ela.
Após o nascimento de Martina, Paul foi até a Itália e pediu para que ela e sua filha fossem com ele para Nova Iorque, onde ele havia sido transferido. Ambos se casaram numa cerimônia realizada no Centro Cultural da SGI-USA em 1995 e após um estadia de três anos, retornaram para Londres.
Monica finaliza com as seguintes palavras: "Por causa dos diversos sofrimentos que passei, eu aprendi a confiar no Gohonzon e no meu estado de buda; ao invés, de somente seguir os meus medos. Eu consegui concretizar muitos dos meus sonhos, fiz coisas que pensei ser impossível por ter um filho. Hoje, eu tenho um casamento feliz, voltei para a Universidade, viajei e vivi em diversos países, além de outras experiências. Agora eu compreendo que se não tivesse passado por estas amargas experiências, eu não teria transformado certos aspectos do meu carma e tenho certeza que não teria conseguido manter um casamento tão feliz como o que eu obtive. Nossa relação é livre de ódio e competição e Paul é um marido e pai perfeito. Embora ele não pratique o budismo, me dá todo o apoio e condições para que eu possa praticar."
O presidente Ikeda escreveu a seguinte passagem: "O amor real não existe quando duas pessoas estão grudadas, somente poderá ser estabelecido entre duas fortes pessoas que estão seguras de sua individualidade. Uma pessoa superficial somente terá relações superficiais. Caso queira uma verdadeiro amor, é fundamental desenvolver uma forte auto-identidade em primeiro lugar. O amor verdadeiro não está no ato de realizarmos o que a outra deseja que façamos, ou fingirmos ser o que na verdade não somos. O amor ideal é somente criado entre duas pessoas sinceras, maduras e independentes."
Por esta razão, nada é mais sábio do que sermos capazes de nutrir o nosso caráter através de diligentes esforços - quer no ambiente de trabalho, na família, escola e com os nossos amigos. Desta forma, iremos alcançar um estado de vida que nos possibilite a suplantar todas as adversidades e naturalmente iremos atrair as pessoas certas ao nosso redor.

Preciosa Colaboração deCharles Tetsuo Chigusa chigusacharles@hotmail.com Tóquio - Japão

Nenhum comentário: