"Quando sua determinação muda, tudo o mais começa a se mover

em direção ao seu desejo".

24 de jan de 2009

Jeanny Chen - Obtendo um doutorado em "Felicidade para toda a vida"

Obtendo um doutorado em"Felicidade para toda a vida"
Por Jeanny Chen, Saratoga, California.
Disponível em http://www.happyjeanny.com/


Muitos de nós temos crescido enfrentando adversidades, sentindo-nos fracos, frustrados, cansados e derrotados. Com desespero, tentando lidar com nossas adversidades, percebemos que a base do nosso ser não tem sido solidamente construída. Isto nos leva a questionar-nos como fomos tratados e criados. Sentindo-nos infelizes pelo modo como nossas vidas se desenvolveram, podemos culpar um pobre meio ambiente ou o cuidado deficiente ao qual estivemos submetidos.
A mesma situação as vezes aplica-se aos membros da SGI. Recém ingressados, nos sentíamos como bebês na nossa prática budista. Alguns talvez não tiveram a oportunidade de ter sido alimentados com os nutrientes dos ensinamentos com a suficiente dedicação, ou de ser apoiados tanto como tivessem desejado pelos veteranos na fé. Quando não obtemos o tipo de resultados que ansiamos, tendemos a pôr a culpa nestas deficiências.
O Budismo nos ensina a assumir absoluta responsabilidade sobre nossas vidas em vez de reclamar ou culpar os outros. É verdade que quando éramos crianças, o desenvolvimento de nossas vidas estava à mercê dos adultos. Aparentemente, é culpa deles que não tenhamos sido nutridos de forma ótima. Desejamos que nos tivessem dotado com mais recursos ou que tivessem prestado mais atenção à nossa criação. O que foi, já foi. Ninguém pode regressar ao primeiro dia. Não podemos fazer nada para mudar nosso passado. Como adultos, não obstante, somos absolutamente capazes de auto-educar-nos da maneira como desejemos. Podemos esculpir e montar a coreografia das nossas vidas de forma ilimitada.
Temos o direito e o poder de dar-nos a oportunidade de recuperar o que perdemos enquanto crescíamos. Podemos sem dúvida transformar-nos e crescer maravilhosamente deste ponto em diante, à inteira satisfação do nosso coração.
Somente em cinco anos, os bebês crescem e, de serem pessoas completamente ignorantes, novatas e incompetentes, passam a sentirem-se independentes. Mas eles não crescem simplesmente sozinhos. O mundo dos adultos tem investido uma enorme quantidade de amor, tempo, energia e material, organizando para as crianças um projeto de crescimento contínuo e são, tanto em mente como no corpo. Sua educação implica uma dedicação e um esforço tremendos. Nos países desenvolvidos, existe toda uma estrutura ao serviço da nutrição dos bebês: comida, roupa, móveis, brinquedos, transporte, entretenimento, educação e cuidado da saúde são focados e desenhados cuidadosamente. Provêm-se fundos para financiar isto e força de trabalho qualificada é também disposta para esse fim.
Todos fomos, alguma vez, educados por adultos. Agora, como pessoas maiores é nossa vez de criar outros. Deste modo, a raça humana prospera e nossa herança é perpetuada. Quando se implementa corretamente, o resultado geral de um trabalho tão minucioso e profundo é bastante assombroso. Do mesmo modo, se queremos que nossas vidas floresçam e prosperem da erma e desagradável terra na qual parecemos estar enraizados, vale a pena considerar levar adiante um plano de desenvolvimento similar.
NUNCA É TARDE
Usando nossa sabedoria, maturidade, ideais, metas, energia vital e tudo o que temos aprendido através da nossa prática budista, podemos livremente desenhar e coordenar um programa de acordo às nossas necessidades. Com todos estes recursos nas nossas mãos, definitivamente devemos a nós mesmos uma segunda oportunidade. Precisamos entre dois e três anos para implementar nosso maravilhoso novo plano para mais uma vez desenvolver-nos e transformar-nos, mudar paradigmas e “presentear-nos” um novo nascimento. Não temos por quê começar de zero - como fazem os bebês – nem precisamos depender de terceiros. O melhor de tudo é que estamos abraçando a Lei Mística. Já possuímos a boa sorte mais grandiosa de todas!
As pessoas geralmente investem dois ou mais anos para obter um título.Ainda mais, injetam importantes quantidades de energia e dinheiro no seu projeto de vida. Esperam que seus títulos os elevem nas suas carreiras, suas vidas e seu status. Mas, de fato, garantem as conquistas acadêmicas a felicidade ou o sucesso como profissionais ou seres humanos?
O fato de ler volumes e volumes de livros, transforma o centro mais recôndito de nossas vidas? Depois de estudar para um título, somos capazes de transformar nosso conhecimento no tipo de sabedoria que percebe a verdade subjacente a todos os fenômenos que presenciamos? Ao enfrentar desafios, de forma pessoal ou no trabalho, fomos capacitados para extrair uma força invencível que nos permita lutar contra as vicissitudes da vida de maneira positiva, com otimismo e penetrante determinação? Os livros de texto, nos ensinam concretamente como transformar veneno em remédio? Temos aprendido a ativar a benevolência para sempre respeitar e considerar às outras pessoas, sabendo que a lâmpada que acendemos, simultaneamente ilumina nosso caminho? Poderíamos manifestar um grande estado de "absoluta liberdade" para livremente receber e usar os benefícios da Lei enquanto levamos adiante uma vida de verdadeira felicidade e realização espiritual? Já conhecemos a resposta.
Como seres humanos, é admirável e importante que invistamos uma certa quantidade de tempo, energia e dinheiro nos aspectos mundanos necessários para cumprir nossos sonhos e metas. Se aplicamos um enfoque semelhante no que diz respeito a forjar nossa fé, abraçando a Lei Mística com convicção, podemos manifestar o "supremo tesouro" originalmente inerente à nossa vida. Como o Presidente Ikeda expôs no seu "Preleção dos Capítulos Hoben e Juryo do Sutra de Lótus": “nós possuímos a coragem para enfrentar qualquer dificuldade, esperança sem limite, intensa paixão e sabedoria inextinguível".
O que promete Nitiren Daishonin àqueles que não só praticam seus ensinamentos mas que também empreendem a ação para propagar a Lei? Felicidade absoluta. Nitiren Daishonin declara:
“Não há maior felicidade que ter fé o Sutra de Lótus. Este nos promete ‘paz e segurança nesta vida e boas circunstâncias na próxima’”. (A felicidade neste mundo – END, vol. III, pág. 199)
Obviamente, se somos extremamente sérios com respeito à nossa felicidade absoluta, a solução última consiste em "obter um título da Universidade Soka Gakkai do Budismo de Nitiren Daishonin". Este esforço nos permitirá transformar nossas vidas, elevar nossa condição de vida, incrementar nossa energia vital e acumular indestrutível boa sorte.
Emergiremos com imensa boa sorte e benevolência para praticar para nós mesmos e para outros. A "concentração de jóias incomparável" virá até nós sem havê-lo procurado, como promete o Sutra de Lótus.
O Presidente Ikeda assim o explica:
“Nós próprios podemos manifestar os três corpos eternamente inerentes, o vasto estado de vida do Buda. No entanto, é muito raro alcançar um estado assim, ainda que o busque conscientemente. É tão grandioso que só a idéia de atingi-lo quase nunca ocorre às pessoas. Por meio da palavra "fé", de abraçar a Lei Mística fortemente, pode-se “atingir por si mesmo” o estado de Buda intrínseco. Conforme diz o sutra, “esta concentração de jóias incomparável veio a nós sem que a buscássemos” (Preleção dos Capítulos Hoben e Juryo, pág. 274)
Num discurso pronunciado no dia 3 de março de 2.002, o Presidente Ikeda falou sobre "a Universidade Soka Gakkai". Ele afirmou:
"A Soka Gakkai é um reino de fé. O mais importante é a fé e o caráter de cada um. Estamos estudando, se assim o quiserem ver, na ‘universidade do povo’ da Soka Gakkai. Esta Universidade Soka Gakkai é a melhor no mundo, onde aprendemos como viver como seres humanos".
A Universidade Soka Gakkai oferece durante todo o ano, e para toda a vida, modernos e atualizados cursos de capacitação para a verdadeira felicidade.
Mesmo requerendo do nosso esforço, suas aulas são gratuitas e nos permitem traçar nosso próprio programa de estudos, especialmente preparado para nosso ritmo, plano, ambição e motivação pessoal. Assistimos a reuniões de diálogo (palestra no Brasil) e atividades como o faríamos em aulas escolares; interagimos com nossos companheiros praticantes e veteranos na fé como o faríamos com companheiros de classe e professores; nosso estudo é similar ao trabalho realizado num curso. A quantidade de esforço que invistamos na nossa "lição de casa para" - recitar Daimoku e fazer nossa revolução humana - é a chave que determina nossa nota final.
No nosso esforço por obter o diploma, podemos dar-lhe a este, nosso exclusivo plano de estudos feito sob medida, um nome que nos entusiasme e nos comova. Deveríamos estar orgulhosos e inspirados por ele.
Esse título particular deveria projetar nossa sinceridade e seriedade para ir à procura do “ouro". Deveria fazer-nos lembrar nossa determinação de realmente seguir em frente com esse plano de estudos, aconteça o que acontecer. Em vez de empreender a ação de modo caótico, ao estilo guerrilheiro, um nome de um título nos permitiria organizar nossos pensamentos, ações, planos e objetivos dispersos. Deveria conduzir-nos para um "plano mestre" bem elaborado, bem calculado, bem completo, e comprometido. Como numa fazenda, podemos cultivar nossos campos de ação: ajustar peso, medida, densidade e profundidade; irrigar de maneira racional e sistematicamente. Algo assim como "Surgir das Cinzas" ou "Transformar Rocas em Ouro."
Partir um palitinho com os dedos é algo muito fácil de fazer comparado com o fato de dobrar um molho de 20. Isto indica o insuperável poder de ‘20 palitinhos unidos’ oposto ao de ’20 palitinhos dispersos’ e mostra o quanto é importante que consolidemos todas nossas ações deste momento num plano vencedor bem integrado.
Baseados neste plano e enfoque cotidianos, podemos montar nosso programa sobre os pilares da fé, prática e estudo. Que escolhamos um programa de peso leve ou um de peso pesado depende do tamanho da nossa meta e de quão dispostos estamos a alcançar a próxima etapa da nossa vida, sem ter em conta a espera. Desejamos avançar tão rápido como possamos, escalar as empinadas montanhas tão verticalmente como for possível. A qualidade e quantidade de nossas causas decide se o gráfico do nosso desenvolvimento é assombrosamente vertical, monotonamente horizontal ou mortalmente plano. Se não estamos em ascensão, estamos de fato em retrocesso.
Em que cursos nos inscrevemos para construir nosso Doutorado? Além das corajosas atividades pelo Kossen-rufu e o profundo estudo do Budismo, poderíamos também incluir uma revolucionária campanha de Daimoku, uma total transformação interior, uma meticulosa revolução humana e uma erradicação do carma que dê nova forma à nossa vida. Poderíamos também incluir uma esplêndida criação de valor e um desenvolvimento pessoal de florescimento perene. O crescimento pode ter lugar nas áreas do caráter, da condição de vida, da saúde física e mental, da sabedoria e da capacidade. O objetivo é nos tornar pessoas capazes de lidar alegremente com cada acontecimento da vida, conduzir com sucesso qualquer tipo de relacionamento, construir uma carreira prometedora e contribuir ao bem-estar de outros e da sociedade. Tudo o que, de fato e em última instância, leva à paz do mundo. Vale a pena orar e pensar tudo muito bem. Depois escrevamos o plano mestre, mesmo se nos levar uma semana ou um mês queimando as pestanas e clarear a mente para poder traçá-lo.
Uma vez que tenhamos definido a meta, selecionado a especialidade e o plano, estamos oficialmente na corrida. Alguns de nós podemos ter levado entre quatro e seis anos para obter um título universitário ou um doutorado. Se somos gênios do estudo, talvez temos podido poupar-nos um ano, ou dois. A maioria de nós, porém, avança degrau por degrau, um de cada vez. Portanto, é importante que estejamos preparados para sustentar nossa ambição até o fim, passo a passo, consistente e persistentemente.
Pensemos em todas as aulas às que assistimos quando íamos à escola, os livros de texto e material de referência que absorvemos, as notas que tomamos, os experimentos que realizamos, as tarefas que terminamos, os problemas que exercitamos, as provas que passamos e as atividades extracurriculares nas quais participamos. Não há atalhos trata-se de cultivar-nos como uma pessoa impulsionada pela auto-superação. A chave está em repetir constantemente a prática até dominar o conhecimento e melhorar nossas capacidades. Do mesmo modo, no nosso novo plano, deveríamos resolutamente fazer valer nossa fortaleza. Desta vez, podemos, com paciência e generosidade, dar-nos o tempo apropriado para encarar o processo completo e construir sobre uma base sólida.
Para a maior parte de nós, isto leva o mesmo de tempo que realizar o processo acadêmico. Mas é a profundidade do nosso compromisso com a ação o que diferencia os resultados "olímpicos" que obtemos.
Os chineses crescem num ambiente no qual nos ensinam a emular o espírito dos exaustivos esforços que possuíam os antigos eruditos chineses. De acordo com a lenda, havia um jovem erudito que era tão pobre que não tinha dinheiro para poder acender uma vela e assim poder seguir seus estudos durante a noite. Por isso, com o consentimento dos vizinhos, fez um buraco na parede divisória de ambas casas, podendo assim receber luz desse lugar. Na realidade, era afortunado por ter um vizinho tão benevolente. Para poder manter-se acordado, outro erudito costumava segurar um alfinete na sua mão enquanto estudava até tarde da noite. Deste modo, cada vez que sua cabeça cedesse, essa mão caía e machucava sua perna, levando-o a recuperar a atenção.
Mesmo que estas histórias não me impressionavam particularmente, o dedicado comportamento destes eruditos exerceu um sutil, implícito impacto em mim mesma e em alguns dos meus companheiros de classe. Como éramos preguiçosos, conseguíamos adaptar esta exaustiva forma de abordar o estudo para um ritmo mais cômodo. Deixávamos anotações e cartões nas paredes, espelhos, escrivaninhas, em todos os cantos das nossas casas, especialmente nos banheiros. Ainda depois da escola, não tínhamos como escapar. Ao encontrar-nos repetidamente de maneira inesperada com os cartões nos que tínhamos escrito frases motivadoras, vocabulário, equações, fórmulas e outras coisas, nos incentivava a estudar com mais afinco. Isto nos permitia e nos animava a lembrar, e a progredir.
A vida contemporânea é como viver no paraíso, comparado com o estilo de vida da antigüidade. Não só porque não precisamos lutar contra a mais áspera das realidades, mas também porque temos todo tipo de fascinantes aparelhos de grande potência e artefatos divertidamente convenientes, que ajudam a fomentar nosso aprendizado e desenvolvimento. Num sentido, nascemos num nível mais elevado. Mas com melhor carma e artefatos que nos poupam energia, deveria ser mais fácil sobressair.
Pode nos importar pouco como as antigas gerações esforçavam-se na sua luta para o desenvolvimento dentro de tão pobres condições. Mas, quem pode deixar de lado aquele espírito irredutível e suas corajosas ações?
Nitiren Daishonin nos ensina que as pessoas que praticam ensinos errôneos não podem manifestar o estado de Buda, mesmo se, ao focar-se completamente na sua prática, vivem asceticamente.
Numa tentativa por atingir a iluminação, existem monges que praticam uma tremenda auto-mortificação. Estas práticas implicam uma total abstinência de todas as coisas que dão prazer. Usam túnicas cheias de remendos, mendigam porta a porta, e fazem só uma refeição diária ao meio-dia, após o qual subsistem a força de água. Ficam reclusos no alto das montanhas ou no profundo dos bosques. Passam a noite nos campos abertos, ou até nos cemitérios, sempre sentados, nunca encostados, sequer dormindo. Levam seus pertences durante milhares de quilômetros, ajoelhando-se até tocar o chão com a testa a cada três passos durante toda a viagem, para adorar a estatua de Buda venerada em algum templo.
O simples fato de pensar como estes monges se disciplinavam e forçavam a si mesmos até o extremo, é suficiente para fazer-me sentir inimaginavelmente cômoda e satisfeita com a prática do Budismo de Nitiren. Quão afortunados somos por tê-lo encontrado! Podemos manifestar a iluminação nesta existência sempre que pratiquemos com seriedade e humanismo, com bom senso e razão.
Uma vez estabelecida a comparação, fica claro que na realidade não existem ascetas na nossa prática assídua do Budismo de Nitiren Daishonin. Sem medir o esforço extra que devamos fazer, impulsionar-nos a praticar "comprometendo" nosso tempo livre por uns poucos anos, nunca pode ser tão ruim como o que aqueles monges tiveram que passar.
Esta é uma brilhante, alegre, iluminadora, saudável, encantadora, positiva, prometedora e preciosa prática. Existem todos tipos de razões para apreciá-la e entesourá-la, e para sentir-nos gratos e felizes.
Nitiren Daishonin e os três presidentes da Soka Gakkai dedicaram suas vidas a proteger a Lei e propagar os ensinos corretos. Os membros pioneiros atravessaram uma desafiante era de desenvolvimento, esforçando-se para propagar este Budismo.
À diferença daqueles que praticaram nos velhos tempos, temos a boa sorte de praticar no século XXI com todas as comodidades proporcionadas pela SGI e o meio ambiente. À luz destes fatos, não só temos a chave para a felicidade absoluta na palma das nossas mãos, como também corremos com todas as vantagens. Por que não aproveitamos esta oportunidade para renascer como "crianças de boa sorte" (fukushi, em japonês)
Avançar na vida, fortalecer-se e movimentar-nos... é nossa tarefa realmente tão árdua?
A História tem registrado que, em tempos de anarquia e desordem, aplicam-se severas disposições legais para garantir a paz e a estabilidade da nação. Do mesmo modo, quando alguém está gravemente doente, os médicos utilizam medicamentos muito fortes para obter a cura. Se sentimos que estamos num beco sem saída, temos realmente que esforçar-nos ao máximo e lutar com determinação e dedicação fora do comum para romper a barreira. Por isso, começando neste momento, demos o passo mais sábio. Matriculemo-nos na Universidade Soka Gakkai do Budismo de Nitiren Daishonin e especializemo-nos em "Felicidade para Toda a Vida". Realizando denodados esforços após esforços, comecemos por fortalecer incondicionalmente nossa fé, prática e estudo ao longo de dois ou três anos. Conscientemente determinados a avançar, quando tenhamos obtido nossos "Doutorados em Renascimento", teremos nos convertido em "mestres da felicidade", para nós mesmos e para os outros.
Então, a felicidade não será simplesmente uma atitude, um hábito ou um sentimento: será parte integral da nossa vida cotidiana. E constituirá uma realidade concreta.

O endereço eletrônico de Jeanny é: happyjeanny@hotmail.com
Tradução: Ariel Ricci aricci@estadao.com.br
Revisão: Marly Contesini contesini@estadao.com.br
Recomende este artigo a um amigo ou amiga.

Nenhum comentário: